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JEC mantém “lei do silêncio” após o rebaixamento à Série D

Dois dias após o trágico rebaixamento que consolidou o descenso do Joinville à quarta divisão, nenhum pronunciamento oficial foi feito pelo clube. Desde sábado, após o jogo contra o Tupi, em Minas Gerais, os dirigentes se negam a atender os jornalistas e revelar quais os planos técnicos e administrativos após uma nova queda.

Ainda restam dois protocolares jogos da Série C, apenas para cumprir tabela. Mesmo vencendo Luverdense e Volta Redonda, o JEC não evitará o terceiro rebaixamento nos últimos quatro anos. Com isso, depois, serão quatro semanas sem futebol até o início da Copa Santa Catarina, no dia 16 de setembro.

A presença competição regional tem um motivo específico: a vaga para a Copa do Brasil 2019, ofertada ao vencedor do torneio que será disputado por 12 clubes em dois grupos de seis.

Porém, sem o posicionamento dos dirigentes do JEC, o planejamento para o campeonato se torna obscuro. Atletas como Rafael Grampola (negociando com o Fortaleza) e Alex Ruan (sondado pelo Brasil-RS) devem concluir o empréstimo nos próximos dias. Além deles, contratados para a Série C como Tiago Ulisses, Filipe Costa e Gualberto possuem vínculo somente até o final do Brasileiro.

Em termos práticos, restará apenas à base formada no CT para um time sem pretensões financeiras almejar o título contra 11 oponentes. Com 38% das despesas voltadas aos salários do funcionários e atletas, o JEC possuía uma folha salarial de R$350 mil no início da Série C, mas – visto a saída de jogadores como Pierre, Bruno Aguiar, Davi e outros – encerrá a competição com uma média de R$250 mil investidos no elenco profissional.

Sem declarações, ainda não é possível saber qual será o tamanho do investimento na Copa Santa Catarina. Recentemente, o clube garantiu que antes da contratação de um novo técnico, buscará um executivo para o futebol. Um dos nomes mais fortes é Abel Ribeiro, identificado com o clube, mas que segue desenvolvendo um sólido trabalho no Cuiabá. Porém nada, mais uma vez, foi confirmado.

Com uma previsão de déficit de R$2 milhões para o ano, o JEC segue como um barco à deriva, sem um posicionamento dos chefes da tripulação. A critério de curiosidade, nas duas outras quedas, dirigentes enfrentaram os questionamentos dos jornalistas e deram uma resposta à torcida. Foi assim com João Carlos Maringá, em 2015, e com Jony Stassun, em 2016. No sábado, após o jogo, em Minas Gerais, Adilson Fernandes e Alexandre Poleza foram solicitados, mas preferiram o silêncio.

Texto: Gabriel Fronzi
Foto: Beto Lima/ JEC.com.br

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