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JEC divulga oficialmente o balanço e confirma a dívida de R$42 milhões

O Joinville esperou a data limite, o dia 30 de abril, para divulgar oficialmente o balanço auditado das contas referentes ao exercício 2017. Esta é uma recomendação da Lei 9.615/98, a Lei Pelé, com nova redação dada pela Lei 12.395/11, que confirmou os valores antecipados na última semana. Em um ano, o JEC saiu de R$26 milhões de dívidas e alcançou os R$42 milhões. (veja aqui)

O impulsionamento do débito foi consolidado por um déficit de R$14 milhões que o clube teve na última temporada. A arrecadação em 2017 foi de R$17 milhões, quase R$13 milhões a menos do que na temporada anterior. Os custos com o futebol, no entanto, tiveram uma diminuição considerável saindo de R$21 milhões e fechando em R$12 milhões no último ano.

  • O trem pagador

O empréstimos efetuados pelo Joinville migraram de R$8,1 milhões para R$11, 1 milhões, impulsionados pela taxa de juros nos empréstimos aos ex-presidentes Nereu Martinelli e Jony Stassun. Só de juros ao último mandatário, por exemplo, o JEC possui um prejuízo maior que R$2,5 milhões. Em uma conta básica, observando a taxa do Banco Central, a média cobrada pelo ex-dirigente ultrapassa a maioria das instituições financeiras do país. (veja aqui)

Os empréstimos de Jony Stassun, segundo o balanço auditado, ocasionam uma taxa de juros de 2.75% e 3% ao mês. Em recentes entrevistas, o ex-dirigente alegou que não tem recebido os valores em aberto, pois compreende a situação financeira do clube. As provisões, no entanto, seguem calculadas no relato.

Procurado pela reportagem, o diretor financeiro Alexandre Poleza não quis comentar sobre o assunto.

Texto: Gabriel Fronzi
Foto: Divulgação

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